A gramática no currículo de formação de professores de espanhol: O caso de Minas Gerais
Este trabalho objetiva refletir sobre o lugar da gramática na formação de professores de Espanhol/Língua Estrangeira (E/LE) do estado de Minas Gerais. Diante das orientações curriculares nacionais para a formação docente (Brasil, 2015, 2019), que direcionam a formação do futuro professor a discussões pautadas por questões interdisciplinares e por demandas “praticizantes” resultantes de expectativas do […]
Uma breve revisão da gramaticografia hispânica
Neste trabalho, consultamos algumas gramáticas de língua espanhola a fim de levantar dados textuais e extratextuais que caracterizam a gramaticografia hispânica. Os dados analisados foram coletados em sites de acervo de universidades brasileiras e estrangeiras. Esses dados foram tratados considerando fatores como: ano de publicação, local de publicação, origem geográfica do autor, finalidade etc. Entre […]
A norma linguística e as gramáticas da RAE: um estudo contrastivo
Neste artigo, buscamos descrever as concepções de língua e norma linguística que são veiculadas em gramáticas produzidas pela Real Academia de Española (RAE) – instituição fundada na Espanha, no início do século XVIII, cuja missão principal é a “defesa da unidade da língua”. Foram feitas análises de excertos de dois manuais da instituição, a saber: […]
O lugar e a abordagem da gramática nas coleções inéditas de língua espanhola aprovadas no PNLD 2018
Este artigo tem como objetivo compreender o lugar e a abordagem da gramática nas coleções inéditas de Língua Espanhola aprovadas no PNLD 2018, a saber, Sentidos en lengua española e Confluencia. Para isso, resgataram-se dos guias didáticos das coleções as perspectivas sobre ensino-aprendizagem de línguas e o(s) eixo(s) estruturador(es) das unidades levado(s) em conta pelos […]
Estudos sobre a relação entre gramática e língua: diversidade, unidade e métodos
Apresentação de número temático.
Crônica da gramaticografia do espanhol e do português como línguas estrangeiras no Brasil
Objetivamos identificar a produção e circulação de gramáticas de espanhol (E/LE) e de Português (P/LE) como línguas estrangeiras no Brasil. Foram consultados os acervos bibliotecários de universidades brasileiras, da Biblioteca Nacional, do Instituto Cervantes, de escolas básicas e o catálogo de editoras nacionais e estrangeiras. As obras encontradas foram analisadas com base em critérios extratextuais […]
Gamificação De Conteúdos e Jogos Digitais Para O Ensino e Aprendizado Da Língua Portuguesa e Da Educação Ambiental
Introdução: Este trabalho é resultado de um projeto aplicado na escola municipal Alípio Maciel de Oliveira, localizada na cidade de Sete Lagoas, MG. Objetivo: empregar a metodologia da gamificação de conteúdos e a aplicação de jogos digitais no intuito de amenizar as dificuldades do ensino e aprendizagem da normatização da língua portuguesa e da educação […]
O tratamento da variação dos demonstrativos em Espanhol e em Português: uma análise normativa
Este estudo compara os usos dos demonstrativos conforme descritos por gramáticas de língua portuguesa (este, esse, aquele) e de língua espanhola (este, ese, aquel), para identificar o tratamento variacionista no uso dessas formas. O interesse decorre da redução no sistema ternário dos demonstrativos, observável em ambas as línguas. No português, nota-se uma neutralização de esse […]
A norma linguística da Real Academia Española: um estudo contrastivo
Neste artigo, buscamos descrever as concepções de língua e norma linguística que são veiculadas em gramáticas produzidas pela Real Academia de Española (RAE)-instituição fundada na Espanha, no início do século XVIII, cuja missão principal é a “defesa da unidade da língua”. Foram feitas análises de excertos de dois manuais da instituição, a saber: Esbozo de […]
El pretérito imperfecto de indicativo y su tratamiento en gramáticas de español para brasileños
El objetivo principal de este trabajo es analizar cómo se registra el funcionamiento del Pretérito Imperfecto de Indicativo (IMP) en gramáticas de la lengua española para brasileños. Para ello, hemos partido de una reflexión sobre cómo el IMP estructura las informaciones de la temporalidad (Rojo, 1974, 1990; Rojo, Veiga, 1999) y de la aspectualidad verbales […]