Gramática de português para estrangeiros

Título completo: Gramática de português para estrangeiros

Local de publicação: Porto/Portugal

Quantidade de edições: 2

Editora: Porto Editora

Gramática Normativa

  • “Para se escutar e falar, é necessário o mínimo conhecimento do código, e só depois é que se passa a errar. Para que o errar não perdure, estou aqui a oferecer o meu singelo contributo como autora.” (sic, prefácio, p. 3)
  • “A lacuna existente no domínio do ensino de Português a estrangeiros, a nível gramatical e de estruturas gramaticais no ensino básico e avançado, levou-me a concretizar o pedido por eles formulado.” (prefácio, p. 3).
  • “A minha intenção é dar às estruturas e regras sintéticas possíveis, fazendo-as seguir sempre de exemplos esclarecedores.” (sic, prefácio, p. 3).

 

 

Gramática Escolar (LE)

  • Título: Gramática de português para estrangeiros.
  • “A ideia deste estudo surgiu do contacto directo com estudantes estrangeiros, na Faculdade de Letras de Lisboa, onde estive a prestar serviço em funções docentes durante 16 anos, bem como do pedido insistente, por parte desses mesmos alunos, da publicação de alguns dos meus apontamentos das aulas. (sic, prefácio, p. 3);
  • “A lacuna existente no domínio do ensino de Português a estrangeiros, a nível gramatical e de estruturas gramaticais no ensino básico e avançado, levou-me a concretizar o pedido por eles formulado.” (prefácio, p. 3).
    Elaborei esta gramática de português para estrangeiros a pensar nos professores e alunos de português, mas não esquecendo também os portugueses”. (prefácio, p. 3).

 

OBJETIVOS DO AUTOR

  • “[…] A lacuna existente no domínio do ensino de Português a estrangeiros, a nível gramatical e de estruturas gramaticais no ensino básico e avançado, levou-me a concretizar o pedido por eles formulado.” ( Prefácio, pág 3);
  • “[…] A minha intenção é dar às estruturas e regras sintéticas e possíveis, fazendo-as seguir sempre de exemplos esclarecedores.” (ibid);
  • “[…] Para se escutar e falar, é necessário o mínimo conhecimento do código, e só depois é que se passa a errar. Para que o errar não perdure, estou aqui a oferecer o meu singelo contributo como autora.” (ibid).

     

 

CONCEPÇÃO DE LÍNGUA, NORMA E GRAMÁTICA

  • A autora não apresenta reflexão teórica explícita, mas assume uma visão normativa e instrumental da gramática, concebida como um código necessário para o uso correto do português. (Prefácio, p. 3).

     

 

ESTADO DA ARTE

  • CAETANO, Ana Margarida Azevedo. Sobre o uso da maiúscula por alunos de português língua de herança na Suíça: um estudo de caso. Diacrítica, v. 32, n. 2, p. 55-91, 2019. DOI: 10.21814/diacritica.5031.
  • GOUVEIA, Maria Carmen de Frias e. Aquisição e uso das formas de tratamento em português – língua estrangeira. Studia Iberystyczne, v. 18, p. 399-412, 2019.
  • GALVÃO, Célia Maria Pereira Duarte. Ensino do português como segunda língua a…: a perspetiva dos professores do 1.º CEB. Dissertação (Mestrado em Didática do Português) — ESEC, Politécnico de Coimbra, 2013.

 

REFERÊNCIA:

ARRUDA, Lígia. Gramática de português para estrangeiros. Porto: Porto Editora, 2004.

 

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